mai 25

                          I

Pereiras, cidade formosa
Que eu vivo sempre a recordar
Quem parte tão logo regressa
Quem vem também quer ficar.
Quem vem aqui sempre fica
Se fôr não esquece jamais
Saudade quem vem só leva
E deixa pra quem não vai.

(Estribilho)

Bem vindos, à nossa Pereiras
Cidade de raro explendor
Pra cultivar a amizade
E colher a paz e o amor.
Salve a nossa Pereiras
Onde o amor é profundo
Das loiras e das morenas
É  linda e pequena
De solos fecundos.

                         II

Pereiras, de ti eu guardo.
Vivíssima recordação
Pois eu nasci nesta terra
E a amo de coração.
Quem é que não se recorda
Desta cidade altaneira
Se estou distante, ai meu Deus,
Que saudade de Pereiras.

(Estribilho).

mai 25

                    I

Aqui no Nordeste sempre
Com fome sêde e aflição
Pisamos na terra quente
Queimamos o coração
Sob este sol ardente
Que incendeia o certão
Vão morrendo lentamente
Gado, gente e plantação

(Estribilho)

Por isso pego a viola
Só ela que me consola
Nas noites que tem luar.
Então,
Eu vou cantar.
E choro
No braço desta viola
Me calo,
E me ponho a rezar.
Ave Maria cheia de graça
 O senhor é convosco,
Bendita sois Vós
 Entre as mulheres,
Bendito é o fruto
 Do vosso ventre, Jesus.
Santa Maria  Mãe de Deus,
Rogi por nós Pecadores,
Agora e na hora
De nossa morte, Amém.

                        II

Oh meu Deus onipotente
Faça chover no sertão
Tenha ao menos dó da gente
Enchendo o ribeirão
Já secaram as vertentes
Só há poeira no chão
O que guardamos pra semente
Pusemos no caldeirão.

(Esribilho).

« Previous Entries